Sábado, 13 de Janeiro de 2007

As Grandes Rotas do Comércio Externo na Europa do séc. XIII

" E de todos os reinos e terras vêm mercadores e mercadorias à terra da Flandres".

" Mesmo de regiões distantes, como a Península Ibérica, a Itália ou a Alemanha, afluíam mercadores às Feiras da Campagne".

"A Hansa Teutónica era, pois, uma vasta associação de cidades destinada a assegurar o monopólio do comércio do Mar Báltico e, quando possível, do Mar do Norte".

"inimigos e rivais, apesar de falarem a mesma língua, Genoveses, Venezianos e Pisanos concorriam entre si nas rotas comerciais que levavam à Ásia Menor, à Siria, ao Egipto".

Com a ajuda dos textos, analisa a dinâmica dos principais centros económicos da Europa da época.

publicado por esfahistoriadores às 22:38
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11 comentários:
De Mafalda Tavares a 14 de Janeiro de 2007 às 17:21
A partir do século XII com extensão ao século XII, criam-se dois mundos, dois conjuntos económicos com zonas de indústria bastante activas, em torno do comércio. A zona Norte, flamengo e alemão, e a zona Sul que tinha como principal expoente os mercados italianos. Através da ligação por via terrestre cria-se aindaum terceiro Pólo economico: as feiras da Champgne.
Em consequência de todas as mudanças a níveis económicos, principalmente, formam-se as grandes rotas comerciais:
- A região da Flandres, onde se encontravam outras importantes cidades como: Gand , Ypres, Donai e a com teve bastante importância para o desenvolvimento e toda a afluência a esta região a cidade de Bruges. Flandres arrecada ainda mais riquezas e influÊncia devido à sua posição geográfica, que atraía, assim mercadores dos quatro cantos da Europa. Nesta região fazia-se trocas e vendas de produtos como: peles, madeira e cera vindas do Norte; vinhos, sal e azeite da Península Ibérica; as lãs da Inglaterra; alúmen da Síria e as especiarias do Oriente.
- O comércio da Hansa, em que as principais cidades eram Hamburgo, Dantzig, Riga, Colória e Lubeque.
Com o crescente desenvolvimento dp comércio à distância ficavam, assim, muito mais vuluneráveis as mercadorias e os mercadores, criando-se assim para o efieto de protecção e defesa as associações mercantis: as hansas ou guildas. A liga hanseática era uma vasta associação que agrupava cerca de noventa cidades e era destinada assegurar o monopólio do comércio do mar Báltico e a região do mar do Norte, como consta no texto a cima apesentado. Nesta região os principais produtos que circulvam eram desde vinho, sal, lãs, azeite, tecidos, cereais, peles, gorduras, cera até madeira.
- As cidades do Norte da Itália em que as principais cidades eram Amalfi, Génova, Pisa e Génova estas cidades controlavam o comércio e serviam de entreposto entre o Ocidente, o Norte de África e próximo Oriente. Os principais produtos eram: especiarias, tecidos, perfumes pedras preciosas vindos do Oriente; marfim, escravos, ouro, madeiras exóticas vindos de Á frica. Como consta no texto a cima, este intensop comércio provoca rivalidades entra várias cidades como Génova, Veneza, e Pisa.
- As feiras de Champagne que abrangiam cidades como: Lagny, Bar-sur-Aube, Provins e Troyes. Estas feiras tinham ofereciam condições de alojamento e armazenamento vantajosas bem como a isenção ou redução de impostos a fim de atraír feirantes. Os produtos que mais circulavam eram: lãs da Inglaterra; Sedas da Itália; Couros de Espanha; Peles de Alemanha e vinhos vindos da França.
Depois desta breve análise às principais rotas de comércio, pode-se constatar que todas elas eram diferentes, detinham bastante independência e dinamismo, apresentando todas o objectivo de dominar o comercio medieval.


De Miguel Angelo a 15 de Janeiro de 2007 às 18:57
Nos séculos XII e XIII, forma-se uma Europa nova destinada a dominar o mundo e a sua história.Organizava-se em dois conjuntos económicos: o Norte, Flamengo e alemão.A sua ligação fazia-se por via terrestre, numa longa estrada de norte a sul. Devido ao cruzamento entre os mercadores nesta via, desenvolveu-se um terceiro pólo económico: as feiras de Champagne.Em consequência de todas as mudanças a níveis económicos formaram-se grandes rotas comerciais:
A Flandres, tinha como principais cidades Gand , Ypres , Bruges e Donai , que eram cidades manufactureiras cujos tecidos chegavam a toda a Europa e por intermédio dos Italianos chegavam ao Oriente. Devido a sua posição Geográfica a Flandres atraia do norte os mercadores alemães que traziam produtos do Báltico e das longínquas regiões da Rússia ; do sul os Italianos, que transportavam produtos mediterranicos e especiarias orientais.A cidade de Bruges atraía mercadores estrangeiros e com isso torna-se o local mais importante da Europa, onde se transacionam as peles, a madeira e a cera do Norte;os vinhos, o sal e o azeite da Peninsula Ibérica;as lãs de Inglaterra;o alúmen da Síria e as especiarias do Oriente. As cidades do Norte de Italia que tinham como principais cidades Genova, Amalfii, Pisa e Veneza que se dedicaram ao comércio maritimo, mantendo ligações com o império Bizantino e com Alexandria. Aqui chegavam produtos como tecidos de cidadão, seda, pedras preciosas e especiarias vindas do Oriente. As feiras de Champagne tinha como principais cidades Lagny, Bar, Provins e Troyes. Localizavam-se entre o norte flamengo e o sul Italiano. Os mercadores eram atraidos a estas feiras porque eram-lhe dadas condiçoes especiais de alojamento e no pagamento de impostos. O comércio da Hansa, tinha como principais cidades Hamburgo, Dantzig, Riga, Colória e Lubeque. Com o crescente desenvolvimento do comércio à distância ficavam, assim, muito mais vulneráveis as mercadorias e os mercadores, criando-se assim para o efeito de protecção e defesa as associações mercantis: as hansas ou guildas. A liga hanseática era uma vasta associação que agrupava cerca de noventa cidades e era destinada assegurar o monopólio do comércio do mar Báltico e a região do mar do Norte. Nesta região os principais produtos que circulvam eram desde vinho, sal, lãs, azeite, tecidos, cereais, peles, gorduras, cera até madeira.


De Anónimo a 15 de Janeiro de 2007 às 19:06
Penso que a Mafalda já mencionou as ideias essenciais, e, por essa mesma razão, decidi fazer uma pesquisa sobre as hansas "...
A partir do século XII, foi designado às associações de mercadores de uma ou várias cidades, o termo hansa , a qual apresentava, como principal objectivo, a protecção dos comerciantes, defendendo os seus interesses.
A Liga Hanseática ou Hansa Teutónica, criada em 1241, foi uma das principais associações, que, no século XV agrupava mais de 160 cidades das costas do Báltico e do mar Norte, e também os principais rios que desaguam nesses mares: Vístula, Reno, Elba, etc.
A hansa ou guilda era uma união livre, pela qual os representantes das diversas cidades se reuniam periodicamente, de modo a debater e redigir os regulamentos adequados ao comércio. Dada a sua forte coesão e poderios económico e político, teve a hegemonia da actividade comercial, desenvolvida nos mares Báltico e do Norte, durante os séculos XIV e XV. Deste modo, eram exportadas madeiras, peles, cereais, e importadas especiarias e sedas, lãs inglesas , vinhos franceses.
O século XV marcou, simultaneamente, o momento de maior expansão das cidades hanseáticas e o início da sua decadência, em virtude do aumento do raio de acção dos navios mercantes da descoberta de novas terras e consequente aumento da possível chegada ao Báltico dos navios ocidentais, protegidos pelo Estado.
Do século XV ao século XVIII, a Hansa foi perdendo mercados e áreas de influência , até que se extinguiu em 1669, quando já só agrupava três cidades: Lubeque , Hamburgo e Bremen. Outras Hansas importantes foram a das Dezassete Cidades e a de Londres, que agrupava várias cidades flamengas em redor de Bruxelas; ambas desapareceram no século XIV.
As relações de Portugal com a Liga Hanseática iniciaram-se em meados do século XIV. Os Hanseáticos procuravam sal, levando também vinho e fruta, e traziam cereais, têxteis e metais. Nos séculos seguintes, alargaram as importações à cortiça e ao azeite e as exportações às madeiras. Os centros principais destas trocas comerciais foram: Danzig e Lisboa.
Através da Hansa , os produtos portugueses atingiram o Note, o Este e o Centro da Europa, enquanto que os produtos hanseáticos, comerciados em Portugal, chegaram a Espanha, Itália, Norte de África e ultramar Português.
Apesar da Hansa se ter esboruado, o comércio ultramarino português era ainda de vulto na cidade de Hamburgo, em pleno século XVIII.


De Carolina Albuquerque a 15 de Janeiro de 2007 às 19:08
Esqueci-me de colocar o meu nome no comentário anterior...=)


De Anónimo a 15 de Janeiro de 2007 às 19:36
As Grandes Rotas do Comércio externo difundiram-se a partir dos sécs. XII e XIII, por toda a Europa. Os princípais pontos de paragem, trocas e feiras comérciais foram: Flandres, Hansa, as cidades do norte da Itália e as feiras da Champagne. A Flandres tinha como pricipais cidades Gand, Ypres, Bruges e Donai (situádas na actual Bélgica). A Flandres era conhecida pelo seu desemvolvimento na indústria dos lanifícios (tecidos), a nivel comércial exportava produtos texteis e servia de ponto de passagem de vários produtos da Europa. A sua posição geográfica beneficiava,peles,madeira, cêra( reino da Rússia),vinho,sal,azeite(Peninsula Iberica),especiarias(Oriente),etc...
As principais cidades da Hansa eram Hamburgo,Dantzig,Riga,Colónia e Lubeque. Estas cidades acima referidas estavam ligadas há liga Hanseática, qual o objectivo era assgurar o monopólio do comércio do mar Báltico e do mar do Norte.
As principais cidades do Norte de Itália eram Génova,Amalfi,Pisa e Veneza. Estas cidades tinham um grande desenvolvimento devido à sua localização geográfica,entre o Ocidente a Norte de África e o próximo Oriente. Do Oriente chegavam a estas cidades tecídos de algodão,pedras preciosas e especiarias; de África chegavam escravos,ouro,marfim,etc...
Por fim as feiras da Champagne tinha como principais cidades Lagni,Bar-sur-Aube,Provins e Troyer. A sua localização também era priviligiada por se situar entre o Norte flamengo e a sul italiano(norte de Itália). Os mercadores eram atraídos para estas feiras devido as condições que lhes eram dadas, tais como alojamento e pagamentos de impostos. O tipo de mercadoria nestas feiras era variado,desde o trigo,o sal,a seda,a ouro,a prata, até as pedras preciosas, vindas do Oriente.


De Anónimo a 15 de Janeiro de 2007 às 19:39
Esqueci-me de por o meu nome.... Ricardo Fouto....


De Fausto Correia a 15 de Janeiro de 2007 às 20:30
Situa-se no comércio, entre os séculos XII e XII, a actividade económica mais importante da Idade Medieval na Europa: o comércio. A grande diversidade de rotas comerciais permite que esta actividade se organize em dois grandes conjuntos económicos que coincidem com as zonas industriais mais activas: o Norte, flamengo e alemão, navega e mercadeja no Atlântico, no mar do Norte e no Báltico; o Sul, liderado pelos mercadores italianos, utiliza o mar Mediterrâneo, ainda e sempre via privilegiada de circulação. Contudo estes dois mundos (o Norte e o Sul) são como um íman e atraiem-se, apesar de geograficamente serem diferentes, sendo a sua ligação feita por via terrestre, numa longa estrada Norte-Sul, sendo também nesta via de ligação, onde se cruzam mercadores e mercadorias, que se desenvolve um terceiro grande pólo económico: as grandes feiras da Champagne.
Falando mais propriamente da Flandres (Norte), foi a principal Indústria dos laníficios. Desenvolveu esta actividade como nenhum outro país. Tinha como principais cidades Ypres, Burges e Donai sendo Bruges a mais importante devido á grande concentração de mercadores e produtos nesta zona. A Flandres desenvolveu igualmente a sua actividade de exportação, fazendo comércio externo de produtos têxteis e servia de entreposto comercial a produtos de vários pontos da Europa.
Produtos: Peles, madeira, cêra (Norte); vinho, azeite(P.Ibérica); lãs (Inglaterra); Colúmen (Síria) e as especiarias vindas do Oriente.
Relativamente á Hansa, criou uma importante associação de mercadores que lhe permitiu o domínio total das cidades situadas entre o Mar do Norte e o Báltico, ou seja, monopólio comercial, sendo as principais Hamburgo, Dantzig, Riga, Colónia e Lubeque.
Produtos: cereais da Prússia e da Polónia; peles gorduras , cera e madeira da Rússia e da Noruega;
De todas as regiões da europa, foram as cidades do Norte de Itália que melhor preservaram, após a destruição do Império Romano e as conquistas do Islão, a memória e o saber das ligações Mercantis. As suas principais cidades tais como Amalfi, Génova, Pisa e Veneza dedicaram-se, bem antes do século XI, ao comércio marítimo mantendo as ligações com o Império Bizantino. Estas cidades tiveram um grande desenvolvimento comercial devido á sua situação geográfica priveligiada, entre o ocidente do norte de África e o Oriente. Aqui chegavam produtos como tecidos, algodão, especiarias, seda, pedras preciosas, escravos, ouro, madeira e marfim, tudo produtos africanos que os faziam chegar ao resto da Europa.
Por fim e tal como referido no ínicio, devido á junção dos dois pólos, nascem as Feiras de Champagne. Estas feiras são sobretudo caracterizadas pelas grande condições geográficas e eram onde se desenrolavam as feiras periódicas que, rapidamente atingiram dimensão internacional. Para atrair feirantes, os reis e senhores dessas cidades (Lagny, Troyes, Provins, Bar-sur-Aube), ofereciam condições vantajosas de alojamento e armazenamento, bem como isenção dos impostos costumeiros e garantiram também a segurança dos participantes. Estas feiras situavam-se em pleno eixo de ligação entre o Norte flamengo e o Sul italiano e era nelas o ponto de encontro dos mercadores e de tudo o que eles tinham para oferecer.
Apesar desta grande prosperidade económica vivida neste período da Idade Média e apesar igualmente da inovação nas práticas comerciais e financeiras, a Europa irá atravessar um grave período de crise como estudaremos mais á frente.


De Fausto Correia a 15 de Janeiro de 2007 às 20:36
Correcção ao meu comentário anterior:
- Linha 15 - Bruges no lugar de" Burges"
- alguns acentos de pontuação não estão correctamente colocados.


De melanie a 15 de Janeiro de 2007 às 21:30
Durante os séculos XII e XIII o mundo organizou-se em dois conjuntos económicos que se pode dizer que coincidem com as zonas mais activas do comércio: o Norte de Flamengo e Alemão, no mar do Norte e no Báltico; O sul estava dominado pelos mercadores italianos. A ligação é feita por via terrestre onde se cruzam mercadores e mercadorias, é ai que se desenvolve o terceiro pólo económico: as feiras da Champanhe.
A Flandres como principais cidades tinha Gand, Ypres, Bruges e Dorai. Tendo assim grande desenvolvimento industrial das oficinas têxteis. Flandres atraía mercadores dos quatro cantos do mundo devido à sua posição geográfica. Do Norte vinham os Alemães, do Sul chegavam os Italianos, transportavam produtos mediterrânicos e especiarias do Oriente. Entre eles também chegavam Espanhóis, Portugueses Ingleses e entre outros.
Do Norte vinham as peles, madeira, cera, da Península Ibérica o vinho, sal e azeite, da Inglaterra as lãs, da Síria o laumen e do Oriente as especiarias.
As principais cidades da Hansa são Hamburgo, Dantzig, Riga, colónia e Lubeque. Fundou-se as ligas Hanseáticas que reunia cidades, cujo objectivo destas associações era assegurar o monopólio do comércio do mar Báltico e do mar do Norte.
De todas as regiões europeias as cidades italianas foram as que melhor preservaram após a destruição do Império Romano e as conquistas do Islão a memória e o saber das ligações mercantis. As cidades Principais é Amalfi, Génova, Pisa e Veneza. Têm grande desenvolvimento comercial. Elas são privilegiadas devido à sua situação geográfica porque ficam entre o ocidente de Africa e o próximo Oriente. Aí chegavam produtos como tecidos de algodão, seda, pedras preciosas vindos do Oriente, escravos, ouro, madeira e marfim de Africa. Estes produtos faziam-se chegar ao resto da Europa.
Por fim temos As Feiras do Champanhe que desempenharam uma grande importância durante estes séculos. Estas eram realizadas periodicamente, 6 vezes por ano com duração de 50 dias. As principais cidades onde se realizavam as feiras era em Logny, Bar-sur-aube , Provins e Troyes(cidades de França).Eram realizadas nestas cidades porque tinham melhores condições geográficas (situavam-se a Norte de Flamengo e Sul de Itália). Para atrair mais feirantes às suas cidades os reis, senhorios ofereciam condições como alojamento e armazenamento, redução e isenção de imposto, segurança(quer na própria feira, quer na viagem de ida e volta). Circulavam vários tipos de produtos tais como vinhos, trigo, sal, seda, ouro, prata , pedras preciosas, algodão e especiarias(do ocidente e oriente).


De Rafael Nunes a 15 de Janeiro de 2007 às 22:09
Nos séculos XII e XIII os principais focos de desenvolvimento da Europa era a região de Flandres, as cidades do Norte de Itália , as feiras da Champanhe e as cidades da Liga Hanseatica .
A Flandres tinha como principais cidades: class=incorrect name="incorrect" Gand</a> , Ypres , Bruges e Donai . Esta região era bastante desenvolvida na industria de lanifícios devido à especialização das oficinas têxteis . A posição geográfica atraia mercadores de toda a Europa, servindo de entreposto comercial. A Flandres exportava produtos têxteis para toda a Europa.
A cidade de Bruges era local cosmopolita da Europa, transacciona produtos do Norte, Península Ibérica , Inglaterra e do Oriente. A hospitalidade em geral das cidades Flamengas, que concediam privilégios a estrangeiros permitiram um grande desenvolvimento destas áreas .
Outro pólo económico eram as cidades de Hansa , Hamburgo, Dantzing , Riga, Colonia e Lubeque . class=incorrect name="incorrect" criaram-</a> se associações , como a Liga Hanseatica , que tinha como principais objectivos assegurar o monopólio do comercio do Mar do Norte e Mar Báltico , também foram criadas para a protecção dos comerciantes de uma cidade ou região , e defesa dos seus interesses.
As principais cidades do Norte de Itália eram Génova , Pisa e Veneza. O seu grande desenvolvimento comercial ficou a dever - se a uma situação geográfica privilegiada . Ao Norte de Itália chegavam tecidos de algodão , seda, pedras preciosas e especiarias vindas do oriente e produtos provenientes de África como escravos, marfim, ouro e madeira que era comercializado para o resto da Europa.
Por ultimo, as Feiras de Champagne que tinha como principais cidades Lagny , Bar - Sur - Aub , Provins e Troyes . A sua localização geográfica era favorável pois localizava - se no cruzamento entre França e Itália . Outro factor que levou ao grande desenvolvimento das feiras eram as excelentes condições oferecidas aos mercadores no alojamento e pagamento de impostos.
Eram estes os principais centros económicos da Europa da Época .


De Rafael Nunes a 15 de Janeiro de 2007 às 22:16
O meu comentário tem alguns erros no nomes das cidades pois não tinha o livro comigo.
Boa Noite!


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