Terça-feira, 2 de Janeiro de 2007

A Cristandade Ocidental face ao Islão

Depois de realizares uma pesquisa sobre o movimento das Cruzadas responde à questão:

Integra o movimento das Cruzadas no reforço da unidade e da supremacia da Igreja Católica.

www.decisivo.com.br/comendador_novo/historia/Baixa%20Idade%20M%E9dia%204.ppt -

publicado por esfahistoriadores às 16:58
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8 comentários:
De mafalda a 5 de Janeiro de 2007 às 19:26
As cruzadas, a grande ofensiva militar de carácter parcialmente cristão, constituída por cavaleiros, mercadores e pobres penitentes iniciaram o seu movimento a partir de 1095 vindos da Europa Ocidental e trazendo no peito o intuito de libertar a terra santa Jerusálem ) da égide dos muçulmanos.
Os muçulmanos eram detentores de uma outra religião o Islão ou Islamismo, seguindo ideologias diferentes tendo apenas em comum com a cristandade ocidental a crença num único Deus, para eles o Allah . Mas para além destes princípios tinham ,ainda, os crentes de participar inevitavelmente na Jihad , a guerra santa tendo como fautor a expansão da fé, conseguindo acupar uma imensa área e consequentemente tornando as forças cristãs mais fracas.
Posto isto, como anteriormente referido as cruzadas, em 1095 reagiram iniciando assim o seu movimento da "contra-ataque" com rumo ao oriente. Conquistaram a cidade e cercaram-na com a muralha em símbolo de vitória. Tudo porque todo o corpo de intervenção cristão se manteu unido lutando almadamente contra os inimigos da fé. O movimento das cruzadas enalteceu o ideal de uma sociedade guiada por motivos religiosos, ultrapassando as expedições à Terra Santa e fazendo-se sentir com a sua reconquista na Península Ibérica.
No século XIII, em sequência dos movimentos das cruzadas cristãs delimitou-se as áreas de influência das duas religiões em causa, ficando o Ocidente com influência Cristã e o Oriente com muçulmana.
Pode-se então concluir que, os movimentos militares cristãos reforçaram a sua influência mundial, uma vez que recuperaram territórios e implementaram os seus costumes e culturas novamente contribuindo assim para a supremacia da Igreja Católica que voltou a ter a adesão, influência e crença.



De mafalda a 5 de Janeiro de 2007 às 21:38
Enganei-me numa palavra, só agora é que me apercebi... Queria escrever desalmadamente!!! Pesso desculpa! Beijinhos!!


De ana a 6 de Janeiro de 2007 às 17:49
O Império Bizantino ou Império do Oriente considerava-se o herdeiro directo do mundo de Roma. Constantinopla (ou Bizâncio), a nova Roma, foi erguida pelo imperador Constantino e era símbolo do esplendor deste império e também centro religioso. A rivalidade entre os bispos de Roma e de Constantinopla, deveu-se essencialmente ao facto de discordarem em alguns pormenores doutrinai, mas o que sobretudo os opunha era a recusa do patriarca bizantino em aceitar a supremacia romana. Em 1054, este processo tornou-se numa ruptura efectiva, ou seja o Papa e o patriarca, excomungaram-se mutuamente e a cristandade passou a ser apoiada a oriente, pelo Império Bizantino, existe uma igreja de língua grega que se proclama fiel aos primitivos dogmas, por isso intitula-se ortodoxa, ou seja, aquela que segue a doutrina certa; e a ocidente, apoiada pelo Sacro Império e nas monarquias em geral, existe uma igreja latina sob a defesa de Roma.
Em 1204, os cavaleiros da quarta cruzada, que tinham partido para o Oriente, com a missão de combater os muçulmanos, adquirem de assalto e saqueiam Constantinopla, motivados pela cobiça das imensas riquezas da cidade.
No ano 610, Maomet, iniciou uma intensa actividade religiosa, pois acreditava que tinha sido mandado por Deus para tirar os Árabes do pecado e conduzi-los à salvação. Maomet dedicou-se por completo á glória de Allah, e à difusão da sua palavra, foi então que fundou uma nova religião, o Islão, cujos princípios fez registar num livro, o Alcorão ou Corão. É no alcorão que estão definidos os cinco pilares do Islão: a crença num deus único, Allah, e o reconhecimento de Maomet como seu profeta, a oração, a esmola, o jejum do Ramadão e a peregrinação a Meca. Mas para alem destes princípios, também foi estabelecida aos crentes a obrigação da Jihad, a guerra santa, destinada a espalhar a fé. O legado de Maomet ultrapassou, em muito, o aspecto religioso. Os árabes que ate aí viviam em tribos dispersas uniram-se num só povo e sobre a fé da bandeira dispuseram-se a conquistar o mundo. Um século após a morte do profeta, o Islão estendia-se por uma imensa área, que abrangia três continentes e ainda mais alguns povos. Durante cerca de quatro séculos a cristandade reduziu face ao Islão, mas em 1095, a cristandade deu sinal de que tudo estava prestes a mudar.
Atendendo ao apelo feito pelo papa Urbano II, o ocidente desencadeou a primeira de uma série de grandes ofensivas militares, conhecidas por cruzadas. O objectivo das cruzadas era a libertação dos lugares santos da Palestina, que se encontravam sob o poder dos muçulmanos.
O impulso guerreiro ultrapassou as expedições à Terra Santa e fez-se sentir em todas as zonas de confluência do mundo cristão com o mundo muçulmano: na península ibérica a reconquista abancou rapidamente; no sul da Europa diminuíram as razias muçulmanas ás zonas costeiras; no mediterrâneo as embarcações cristas fizeram valer os seus direitos, retomando rotas há muito abandonadas. No século XII, a Europa ocidental tinha já recuperado o seu abatimento face ao Islão. Esperavam-se tempos de uma rivalidade mais equilibrada, com avanços e recuos para ambas as partes, contudo estavam já delimitadas as áreas de influência das duas religiões: o ocidente era cristão e o oriente era muçulmano.


De Rafael Nunes a 7 de Janeiro de 2007 às 18:05
As cruzadas começaram no apogeu do Papado, a partir do ano de 1095. Eram um movimento religioso - militar, surgido na Europa Ocidental. Tinham como objectivo reconquistar a terra Santa (Jerusalém, Belém etc.) do poder dos Muçulmanos, ou seja reconquistar os lugares onde Jesus Cristo viveu e onde a igreja nasceu. Este movimento também foi importante no sul da Península Ibérica, na luta contra os muçulmanos. Os muçulmanos eram os seguidores de Maomé, fundador do Islamismo, religião monoteísta, que se expandiu por uma área imensa, que abarcava três continentes.
Durante cerca de quatro séculos o Islão impôs o seu poder nas mais diversas áreas. Era uma ameaça directa a credibilidade do mundo cristão.
Assim o Papa Urbano II, desencadeou a 1ª de uma série de grandes ofensivas militares. Qualquer um podia fazer parte deste exército, por isso muitos partiam com objectivos de melhorar as suas condições de vida. Um facto negativo das cruzadas era as mortes, e as pilhagens que os soldados de Cristo praticavam.
Desde a 1ª cruzada que o Papa concedera o completo perdão dos pecados aos que morriam a lutar pela fé.
No século XIII, a Europa Ocidental tinha recuperado a sua supremacia face ao Islão, graças ao movimento das cruzadas.


De Miguel Angelo a 8 de Janeiro de 2007 às 19:47
Cerca do ano de 610 Maomet </a>iniciou uma intensa actividade religiosa. Desde então à sua morte, em 632, Maomet dedicou-se por completo a Allah e à difusão da sua palavra. Fundou assim, uma nova religião, o Islão. Em 1095, a Cristandade deu um sinal de que as coisas estavam prestes a mudar. Atendendo ao apelo do papa Urbano II, o Ocidente desencadeou a primeira de uma série de grandes ofensivas militares, conhecidas por Cruzadas. O seu objectivo era a libertação dos lugares Santos da Palestina, que se encontravam sob o poder dos muçulmanos. No século XIII, a Europa Ocidental tinha recuperado a sua supremacia face ao Islão, graças ao movimento das cruzadas.


De Carolina Albuquerque a 8 de Janeiro de 2007 às 23:58
As Cruzadas (movimentos militares cristãos) eram constituídas, não só por cavaleiros e mercadores, como também por pobres penitentes, cujo principal objectivo era a colocação da Terra Santa (Palestina) e Jerusalém na soberania dos cristãos, já que, entre o século VIII e o século XII, o Islão foi acarretando cada vez mais adeptos, tornando-se a predilecta, face à Cristandade. Existiram oito Cruzadas, entre o século XI e o século XIII. A Primeira Cruzada ou Cruzada dos Cavaleiros/ Nobres baseou-se no facto de que, todos os que morressem em combate contra os Muçulmanos, seriam salvos. A luta pela supremacia da Igreja Católica não se tornou num fácil processo, já que houve violentos combates, devido a conquistas como Jerusalém e a luta por fazer dos reinos cruzados reinos seguros.A Segunda Cruzada manifestou-se como "miserável", visto que os turcos conseguiram acabar com o exército do rei Conrado ; Jerusalém foi, assim, conquistada pelos Muçulmanos. Os Cristãos enfrentavam, agora, um forte adversário: Saladino.Na Cruzada dos Reis, surgiram determinadas personagens, a salientar: Filipe Augusto, Frederico Barbaruiva e Ricardo Coração de Leão. Este último conseguiu conquistar o Chipre, Acre e Jaffa, por exemplo, tendo, obviamente, massacrado muitos prosioneiros, incluíndo mulheres e crianças. Já em 1192 faz-se um acordo: os cristãos mantinham o que tinham conquistado e obtinham o direito de peregrinação a Jerusalém (além desta continuar a pertencer aos Muçulmanos).Na Cruzada Comercial, foi fundado o Reino Latino de Constantinopola, fazendo com que o abismo entre as igrejas Ocidental e Oriental se estabelecesse, definitivamente.Criaram-se vários acordos: ajudar o Império Aléxio IV a ficar com o trono, a troca de que este lhes ofereceria dinheiro e recursos para conquistar Jerusalém; mas Aléxio IV foi morto, tendo os cruzados decidido conquistar em proveito próprio. Constantinopola foi, igualmente, atacada; esta resitiu, mas Aléxio III e, posteriormente, Aléxio V fugiram com o tesouro da cidade, tendo essa sofrido um golpe tão terrível que nunca mais se conseguira recompor.
Com a Cruzada Algibense, a Igreja Ctólica sentiu-se ameaçada pelo grande número de pessoas que viam no Catarismo (espécie de religião cristã) um retorno ao Cristianismo primitivo. Baseada na crença de que, apenas, as almas puras (ditas das crianças) poderiam libertar Jerisalém, surge a Cruzada das Crianças. Esta demonstrou-se desastrosa, porquanto a maioria das crianças morrera de fome e frio, e as que sobrevivessem eram vendidas como escravas, pelos Turcos, no Norte de África.Na Quinta Cruzada decidiu-se que, para conquistar Jerusalém, era necessário conquistar o Egipto primeiro, uma vez que este controlava esse território. Os cruzados, sem comida, acabaram por chegar a um acrodo: retiravam-se do Egipto e teriam as suas vidas salvas. Na Sexta Cruzada, Frederico II, aproveitando as hostilidades entre os Muçulmanos, consegiu um tratado com os turcos, os quais lhe concedia a posse de Jerusalém, Belém e Nazaré, por dez anos. A derrota dos Cristãos fê-los perder esses lugares santos. A Sétima Cruzada resultou num fracasso, já que os Cristãos foram obrigados a pagar um pesado resgate para libertarem Luís IX. Na Oitava Cruzada, Acre foi cercada por mais de 200 mil muçulmanos; os Cristãos tentaram defender a cidade, mas esta foi tomada, oficialmente, pelas forças turcas e egípcias. Em 1291, com Ptolomeu, foi marcado o fim das Cruazadas. Estas, de facto, não alcançaram o seu objectivo, devido a factores como: os europeus estavam em minoria; as lutas entre os próprios Cristãos, as quais fizeram com que fossem enfraquecidos; a opressão à população nativa que fez com que o domínio fosse uma tarefa cada vez mais difícil. Além de se considerarem um acontecimento fracassado, as Cruzadas estimularam os contratos económicos e culturais, em benefício permanente da Europa. Nem a brutalidade, cobiça e violência impediram o movimento das Cruzadas a desistir do seu grande objectivo; assim se poderá afirmar que este foi notável, no que diz respeito ao reforço da unidade e da supremacia da Igreja Católica.


De Carolina Albuquerque a 9 de Janeiro de 2007 às 00:02
Não sei o que aconteceu, mas eu tinha feito parágrafos, mas estes decidiram não aparecer...Peço desculpa! =)


De Fausto Correia a 10 de Janeiro de 2007 às 16:26
olá ! penso que está praticamente mais que tudo dito acerca dos movimentos das cruzadas face ao Islão. Por isso quero dar os parabéns aos meus colegas pois fizeram um excelente trabalho!
Li todos os comentários e li um em que demorei para ler cerca de 1, 2 minutos:) É o da minha prima Carolina. Prima não tens emenda! Testamentos é contigo!eheh:D Parabéns a todos!
Fausto Correia


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